Foi amplamente divulgado nesses últimos dias, a defasagem de novos títulos eleitorais por adolescentes.
A grande imprensa informa que esse número caiu 82% em uma década e apesar dos analistas do TSE não avaliarem como falta de interesse, eu acredito que o mesmo, tem sim um peso relevante nessa diminuição da procura por jovens.
Desde cedo, sempre conversei muito com minha família e amigos sobre política, mas principalmente sobre a importância do voto.
A história do Brasil mostra que a juventude sempre esteve na vanguarda democrática com sua atuação e persistência. Percebo que essa juventude ainda existe, está atenta e digitalmente mobilizada, porém acuada pela política e sua reputação. A política hoje não é vista como solução, mas sim como parte do problema.
O jovem hoje se sente pouco representado pois a política se tornou distante e, aparentemente, pouco eficaz.
Esse ano de 2022 teremos eleições e com ela, a oportunidade de decidir o futuro do nosso país. Mesmo que em nosso subconsciente, eleição sempre traz um pouco de esperança por dias melhores. Nem tudo está perdido!
A polarização acaba afastando os mais ponderados, mas com ela também a oportunidade de se posicionar. Votar não é apenas exercer o seu papel de cidadão. Votar não é só compreender que é um direito. Votar, dessa vez, significa dar ao Brasil, uma nova chance. É aí onde entra a juventude.
Em ano de Copa, o jovem terá a oportunidade de fazer seu voto valer um gol a favor do Brasil. As eleições serão extremamente acirradas, e a juventude precisa mais uma vez escalar quem será titular e quem será reserva.
A mobilização está acontecendo. Artistas, imprensa, influenciadores e órgãos competentes estão fazendo campanhas para avançarmos nesse tema. Nos últimos 10 dias, mais de 100 mil jovens tiraram o seu título de eleitor.
Chegou a hora de finalmente o jovem entrar em campo e marcar aquele golaço!
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