A última segunda-feira, dia 8 de novembro atingiu um marco importante após 18 meses da pandemia de Covid-19: nenhuma morte foi contabilizada no estado de São Paulo, ainda que 359 novos casos da doença tenham sido diagnosticados, de acordo com informações da Secretaria Estadual de Saúde. Essa, sem dúvida é uma vitória da ciência, e a evolução se deve à vacinação em massa, que tanto cobramos por meio dos instrumentos do mandato parlamentar.
Até agora são 152.527 óbitos no Estado, representando 25% das mortes computadas no Brasil, que atingiu 610 mil vidas ceifadas pelo Sars-CoV-2. Em todo o mundo, já são 5 milhões de mortes desde o início da pandemia.
Ocorre que a boa notícia divulgada por São Paulo vem acompanhada de uma outra informação bem alarmante quanto a uma nova onda de Covid-19 que se propaga pela Europa, colocando-a novamente no epicentro da pandemia.
As autoridades europeias culpam o ceticismo em relação à vacina pelo novo surto da doença que envolve 53 países. Essa nova contaminação em solo europeu deve servir de alerta para o resto do mundo, afinal ainda que os índices nos posicionem numa situação infinitamente melhor e que nossa cobertura vacinal tenha atingido 80% da população adulta em São Paulo, devemos manter as medidas de proteção e higiene em relação ao vírus.
É importante que se reflita que o vírus independentemente da vacina, continua circulando e que devemos manter as máscaras de proteção até que as autoridades tornem facultativo ou liberem o uso obrigatório. Os prefeitos da Região Metropolitana da Baixada Santista se reuniram recentemente por meio do Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista) e decidiram tomar decisões individualizadas quanto as festas de fim de ano nas praias.
Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande e Bertioga não farão a tradicional queima de fogos para evitar aglomeração, porém as praias estarão liberadas para o acesso aos turistas e moradores no Réveillon. Vamos relembrar que no último ano houve restrição do acesso, ou seja, já é possível detectar uma flexibilização nas regras.
Itanhaém e Mongaguá decidiram promover a queima de fogos e Peruíbe e Cubatão ainda estão analisando as possibilidades. Toda cautela é importante nessa fase de retomada econômica para que não seja necessário regredir em avanços importantes. Da Alesp continuo monitorando a situação epidemiológica do Estado, torcendo para que em 2022 esse pesadelo possa ter ficado para trás definitivamente.